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| Só faltou água... |
Voltamos, caríssimos amigos, leitores e desafetos!
Ano novo, vida nova, planos futuros, mudanças....opaaaa! Há mudanças mesmo?
Que pessoalmente tenhamos todos um belo recomeço, com boas perspectivas para o futuro.
Mas na política, pouca coisa mudou. E vai mudar? Sabe-se lá....
Apostamos que não! Em Três Cachoeiras não existe oposição ao governo atual.
Vocês conhecem aqueles cãezinhos (tá certo o diminutivo plural, professor Pasquale?), acho que é pinscher a marca deles?
Fazem um barulho danado e não mordem nada, nada!
Vamos dar um pequeno exemplo: o secretário de obras privadas (daqui em diante adotaremos a sigla S.O.-Privadas) continua deitando e rolando com as máquinas por aí. Dizem que é candidato a vereador, outros dizem que ele quer ser prefeito ou vice. Isso não sabemos.
Montou a República do Chimarrão na SÓ PRIVADAS e as máquinas, ao invés de fazer serviço público, ficam aí trabalhando em obra urbanas privadas.
Imaginem senhoras e senhores: quanto pode custar máquinas pesadas trabalhando dois dias num terreno privado do centro? E ainda, com um plus: o acompanhamento direto do secretário! Maravilha...
Já algumas obras públicas são feitas sem o mínimo de cuidado. Ninguém acompanha, não vê os erros. Mas trataremos disso em outro post.
Mas, dizem que tem o tal pagamento de horas máquinas. Mas, será que são pagos na integralidade ?
Alguém verifica, fiscaliza?
E nossos representantes? "Nossos" que digo é do povo: os vereadores. Eles... nada, nada... a câmara parece uma grande piscina! (eeee trocadilho infame!)
Dos vereadores da situação, não se espera nada, apesar da decepção com esse pessoal do PT (que sempre foi reclamão) e outros mais aguerridos, como o senhor Marino que deveriam tambem se meter nisso.
E a oposição? Maioria na câmara, com atuação pífia, deixa o negócio correr solto e ficam só reclamando bobagens na tribuna da câmara. Picuinha inútil com pouco ou nada de interesse público.
Se chegarem ao governo esperamos que mudem a prática de tratar o público como se privado fosse.
Será possível?